Algas na sua piscina? Descubra como combatê-las!

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Se você acordou um dia e a sua piscina estava meio esverdeada, então certamente sabe do que vamos falar por aqui. 

A importância das algas para o ecossistema é inegável. Mas quando essas mesmas algas chegam às nossas piscinas, as coisas são completamente diferentes. Eles não são apenas feios, mas também podem causar problemas de saúde. Aqui você encontrará o que precisa para combatê-los! 

Causas da alga na piscina

As algas podem entrar em sua piscina de várias maneiras. Vá com o vento. pela chuva. Ou mesmo se o material usado para limpar a piscina estiver contaminado. De qualquer forma, eles sempre estarão lá, mesmo que você não possa vê-los. Eles esperam que as condições favoráveis se espalhem e se tornem um problema. Isso pode acontecer em poucas horas. Essas condições incluem altas temperaturas e luz solar. Eles gostam de ambientes quentes. Mas a maioria dos problemas relacionados às algas das piscinas são causados por má manutenção ou uso indevido de produtos químicos. Um equilíbrio de cloro e pH é necessário para higienizar piscinas e matar microorganismos.

Problemas causados pela alga na piscina

Além de sua aparência feia, a alga em si não afetará sua saúde. Mas as bactérias que se alimentam de resíduos de algas se tornam um problema e podem levar a uma variedade de doenças. Os problemas mais comuns causados ​​por essas bactérias são infecções respiratórias, otite externa (ouvido do nadador), infecções de pele, erupções cutâneas e alguns distúrbios gastrointestinais (E. coli e giardíase). Então não deixe de tomar as medidas necessárias!

Entendendo os diferentes tipos de algas

Apesar de ser um ambiente focado no relaxamento, diversão e bem-estar familiar, a manutenção da piscina é levada a sério! Nesse sentido, sabemos muito bem como é frustrante encontrar essa água verde, uma típica piscina infestada de algas. Mas você sabia que nem todas as algas são criadas iguais?

Claro, é fácil para alguém que só lidou com a limpeza de suas próprias piscinas ter opiniões estranhas sobre o conceito de algas de cores diferentes, mas lembre-se de que essa é a principal característica que distingue essas variações microbianas. Para ajudá-lo a lidar com eles, preparamos uma lista dos tipos mais comuns de proliferação que podem aparecer em seu pool. Verificação de saída:

A alga verde:

Quem já experimentou um dia ensolarado e quente depois de uma noite de chuva forte sabe que é apenas uma questão de tempo até que a água fique verde. Este é cenário ideal para aparecimento das algas verdes, extremamente comuns nas piscinas exteriores.

Aqui, as partículas são transportadas pelo vento e pela chuva, encontrando o ambiente ideal para a sua proliferação em piscinas. Embora comuns, eles exigem ação rápida e um algicida forte é melhor, pois se tornam mais difíceis de eliminar à medida que crescem.

Alga amarela:

Ela não é tão veloz em se espalhar como a alga verde, mas é bem mais resistente e difícil de combater. As chances de ela voltar também são bem altas.
Além disso, repare que a sua coloração é um bom disfarce. Fique atento para não confundi-la com areia.

Alga preta:

Esse tipo de alga é raro. Mas, em compensação, se ela aparecer será uma tremenda dor de cabeça.
Se perceber pequenas pintas no fundo da sua piscina já procure tomar as providências necessárias. A alga preta é lenta no começo, mas depois se espalha rapidamente. Criando raízes que penetram no revestimento da piscina. Isso torna a limpeza mais difícil já que você não pode deixar resquícios das raízes para trás. Caso contrário a alga volta.
Sem falar na camada que ela cria ao seu redor para se proteger. Isso torna o seu trabalho ainda mais complicado.

Acabando com a alga na sua piscina

Antes de tudo, se tiver um aquecedor desligue-o imediatamente. Como vimos, as algas gostam de climas quentes.
Para algas verdes suspensas coloque a quantidade de hipoclorito necessária para a água da sua piscina ficar com um tom cinza azulado. Mas nunca use mais de 20 gramas/m³ por vez.
Esse tratamento é conhecido como choque ou supercloração.
Você precisa ter certeza de que o filtro e a bomba da sua piscina estão funcionando corretamente.  Ajuste as válvulas e deixe as bombas funcionando 24 horas, sem parar, até que a piscina seja limpa. Ligue também os limpadores.
Teste o pH e o cloro da água no dia seguinte. Se o nível de cloro é alto, isso é bom. Mas se ele zerou em 24 horas, você terá que repetir o processo.
Escove diariamente as paredes e o chão, aspirando quando necessário, por alguns dias. Tudo isso durante o processo de supercloração!
Depois que o nível de cloro descer abaixo de 5 ppm (medida que mostra, em gramas, a quantidade de soluto presente em 1.000.000 gramas da solução), adicione o algicida e esfregue a piscina outra vez. Deixe o produto agir durante 2 ou 3 dias. Serão necessários cerca de 6 ml para cada litro de água.
Prefira não utilizar algicida à base de cobre. Ele pode manchar a sua piscina e deixar os cabelos dos banhistas verdes.
Depois disso, aspire a piscina. Teste e reequilibre a água (mantendo os níveis de cloro e pH certos) após a limpeza.
Para algas verdes que não estão suspensas, mas apenas manchando a parede da sua piscina, o processo é o mesmo. Para se livrar das algas amarelas da sua piscina, você terá que caprichar mais na hora de esfregar. Mas a supercloração continua sendo a chave.

Como o algicida elimina as algas na piscina

Mesmo que não apresentem folhas, caules ou raízes, as algas que se proliferam nas piscinas ainda são organismos fotossintéticos, o que significa que tiram da luz do sol a energia necessária para o seu metabolismo. E essa é justamente uma das frentes de ação do algicida: dependendo da composição química, ele pode atuar na interrupção da fotossíntese, impedindo que as algas se proliferem.

O algicida também pode destruir as paredes das células das algas, fazendo com que elas sejam dissolvidas por completo, ou até mesmo impedir seu desenvolvimento por meio de ações supressivas. Fato é que, independentemente do meio adotado, a finalidade é impedir que sua piscina fique infestada por esses organismos invasores.

Afinal, o surgimento das algas é inevitável: além de lidarem com a umidade de forma constante, piscinas descobertas ficam expostas a milhares de pequenas partículas e microorganismos diariamente, o que só facilita a propagação dessa praga.

Isso porque, além de afetar o equilíbrio químico da água, o excesso de algas também impede que os demais produtos, como clorobarrilha leve e sulfato de alumínio, atuem da forma como deveriam. Essa é a razão, inclusive, para que o uso do algicida seja recomendado de forma preventiva. Ou seja: quer a piscina mostre sinais de algas, quer não, o ideal é sempre aplicar o produto durante a rotina de manutenção.

Aqui, uma boa dica é diluir o algicida em um balde com a própria água da piscina (depois de tratada e balanceada, é claro) e despejar a mistura em pontos diferentes, ao longo da extensão das bordas, garantindo a homogeneidade da aplicação em todo o espaço. Tenha em mente que o algicida não interfere no pH da água, então é só deixar a motobomba funcionar e fazer o restante do trabalho!

Lembre-se de que é necessário, primeiro, zerar o nível de cloro na água para só depois aplicar o algicida na piscina, evitando assim o aparecimento de manchas. E não esqueça que a Bel Piscinas oferece uma calculadora especial, projetada para ajudar você com todas as medidas, volumes e quantidades ideais de produtos para aplicação na água. Basta preencher as informações da sua piscina e acessar o resultado na hora!

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